Dentro de uma cabine de GloyHole
A gente foi numa festa swing chamada Cuckold Night. Quem já conhece sabe: essa festa é tipo um harém pras Hotwives de plantão.
Postado há 5 dias
Oie! Tudo bem?
Vou contar pra vocês como foi o meu sábado, dia 30 de maio. Guardem essa data, porque foi uma noite… diferente. Rsss
A gente foi numa festa swing chamada Cuckold Night. Quem já conhece sabe: essa festa é tipo um harém pras Hotwives de plantão. O esquema é simples – os casais vão, as esposas reinam, e os homens solteiros aparecem aos montes, dispostos e educados (na maioria das vezes).
E não é que tava mesmo? A casa lotada. Gente bonita, música alta, aquele cheiro de tesão no ar que você sente assim que entra. E muitos, muitos machos a vista. Olhares trocados, sorrisos de canto, corações acelerados.
Chegamos por volta da meia-noite. Logo de cara já encontramos vários casais amigos – aquela sensação gostosa de chegar numa festa e saber que você não tá sozinha. A gente se abraçou, trocou beijo no rosto, aquele "ai, que bom que você veio”.
Dançamos. Bebemos. Aos poucos, o corpo foi esquentando. A gente já sabia o que queria, mas sem pressa.
Aí veio o show de strip, foi o nosso sinal. Na hora do show, as cabines ficam mais vazias. Todo mundo tá lá, vidrado no palco. Nós? Nós fomos fazer nossa própria bagunça. Rsss
Mesmo com o show rolando, demorou uns 20 minutos pra achar uma cabine livre. E eu já tinha uma favorita em mente: as que têm glory hole. Eu assumo: amo os buraquinhos na parede. Tem algo naquele anonimato, naquele "você não sabe quem está do outro lado, mas sabe o que ele quer" que me arrepia toda.
Finalmente entramos na cabine. Meu marido – o Sr. Moema – veio comigo, claro. A gente mal fechou a porta e… já tinha um pau prontinho no buraco.
Do jeitinho que eu gosto. Grosso. Grande. E preto, claro. (Sou sincera: tenho minhas preferências, e tudo bem.)
Meu coração deu aquele pulo. Comecei a beijar o Sr. Moema enquanto rebolava devagarinho na ferramenta que estava ali do outro lado da parede. Dura. Quente. Pronta pra eu me divertir. Deixei o amigo esfregar na minha bundinha – ainda por cima da calcinha. Só pra deixar ele mais atiçado. Eu sabia o que ele queria. Ele sabia o que eu queria. A parede era só um detalhe.
Aí eu fui me abaixando. Devagar. Provocando. Passei a língua na cabecinha, sentindo a pulsação nos lábios. Engoli aquela rola todinha. Tirei da boca. Engoli de novo. Repeti o movimento cada vez mais rápido, mais fundo, mais molhado.
Eu queria mais.
Pedi pelo buraco – com a voz doce, mas o olhar de quem não ia aceitar um não:
– Amigo, veste a camisinha e me come.
E ele vestiu.
Começou a arrombar minha bucetinha de casada. O Sr. Moema olhava. O outro macho socava gostoso do outro lado da cabine, gemendo baixo. Eu ouvia ele – e aquele gemido me deixava ainda mais molhada, mais aberta, mais entregue.
Eu queria o leite dele. Tava ali, tão perto…
Mas não veio.
O cara simplesmente não gozou. E pior: não me fez gozar também.
Imagina a cena: uma Hotwife fervendo, louca de tesão, melada, pedindo… e o cara com papinho de "ah, não vou conseguir, tô cansado, não sei o que”. Aff!
Gente, eu fiquei indignada. Mas também não sou de ficar chorando, não.
Me resolvi ali mesmo. Sentei na cabine, comecei uma siririca gostosa – e fiz questão de deixar a cortininha da porta um pouquinho aberta. Pra quem quisesse ver. E viram, viu?
Não demorou nem cinco minutos e já tinham outros meninos aparecendo, curiosos, dispostos… olhando pra cabine com aquele sorriso safado.
Mas essa parte – ah, essa parte fica pro próximo vídeo. Rsss
Beijos gostosos da Moema
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