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Beijei um Seguidor Novo no bar e depois o corno filmou ele me comendo no motel

Escolhi um seguidor fomos para um bar e deixei o corno assistindo ele me beijar até irmos para o carro.

Relato do vídeo

O Pub estava cheio, um zumbido de vozes e risadas preenchendo o ar, mas eu só conseguia sentir o calor do olhar dele sobre mim. Nosso primeiro encontro, marcado depois de tantas mensagens picantes disfarçadas de conversa educada. Ele, um seguidor discreto, sempre ali, curtindo minhas fotos, elogiando com um respeito que, só aumentava meu tesão. E agora, aqui estávamos, dividindo uma mesa, e com as mãos quase tocando minhas pernas.


Meu marido, o corno sábio, sabia exatamente o que eu queria dessa noite. Sorriu, levantou-se e anunciou que ia ao banheiro. Demorou. Claro que demorou. Eu já estava com tesão me dominando cheguei perto dele e falei:


— Você quer me beijar?


Ele não resistiu. Puxou meu rosto para o seu e nossos lábios se encontraram num beijo que foi do doce ao selvagem em segundos. Sua língua invadiu minha boca com uma fome que me fez gemer baixo, minhas mãos já se perdendo nas suas pernas querendo sentir o pau dele crescendo. Eu sentia o volume duro dele contra minha coxa, e meu corpo respondeu na hora, a calcinha ficando encharcada só de imaginar o que aquilo significava.


Quando meu marido voltou, encontrou-nos assim: eu, de pernas abertas sobre o colo do nosso novo amigo, a saia já levantada o suficiente para mostrar que não havia mais volta. Ele sorriu, pegou o celular e fez um registro para mais tarde, para vocês, para nós.


Saímos do Pub num turbilhão. O carro parecia pequeno demais para o tesão que nos consumia. Na primeira curva fechada, eu não aguentei: pulei para o banco de trás, caindo de joelhos entre as pernas do nosso convidado.


Ele gemeu quando envolvi seus lábios em volta da cabeça, minha língua circulando o precinho salgado. Meu marido acelerou, mas eu sabia que ele estava olhando pelo retrovisor, vendo cada segundo daquela devoção.



O carro mal havia estacionado no motel quando eu já estava com a boca cheia dele. Meus lábios envolviam seu pau pulsante, sugando com uma voracidade que fazia seus dedos se enterrarem no meu cabelo loiro. A saliva escorria pelos cantos da minha boca, misturando-se aos gemidos abafados que ele soltava a cada movimento da minha língua.


— Isso, putinha, engole tudo… — ele rosnou, empurrando minha cabeça para baixo até eu sentir a cabeça dele bater no fundo da minha garganta.


Meu marido, o corno obediente, filmava cada segundo, sua respiração acelerada denunciando o tesão que sentia em me ver sendo usada. Eu olhei para a câmera com olhos marejados de desejo, deixando claro que aquilo era tanto para ele quanto para mim.


Quando enfim chegamos ao quarto, não houve cerimônia. O seguidor me jogou na cama, arrancando minha saia e minha calcinha encharcada com um puxão brusco.



Beijos e porras, Sra. Moema.

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